30 de agosto de 2025

Pauloafonsinos prestigiam encenação da morte de Lampião e de seu Bando

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Com tiros de Bacamarte e cantando "Acorda, Maria Bonita/ Levanta, vai fazer o café/ Que o dia já vem raiando/ E a polícia já está de pé" adentrou o Grupo os Cangaceiros de Paulo Afonso, em uma das quadras do Lindinalva Cabral, Palco onde ocorreria a trágica morte do destemido Virgulino Ferreira, vulgo Lampião e seu bando.

Na noite de terça-feira de Carnaval, às 19h40h, com presença de mais de 1.500 pessoas, os Cangaceiros de Paulo Afonso encenaram por mais de 40 minutos sobre a vida do Cangaço, com passagens pelo Sertão Nordestino e visitas feitas às Fazendas por Lampião e seu grupo, até chegar à Fazenda Angico, local de sua morte.

Ao som da Sanfona de Zabelê, que parecia ter somente duas notas musicais, os súditos do Rei do Cangaço catarolavam "É Lampe, é Lampe, é Lampe/ É Lampe, é Lampe, é Lampião/ Seu nome é Virgulino/ Apelido é Lampião"…Embriagos pelo vinho que tomaram bastante há pouco, foram surpreendidos pela Volante que muito os perseguiam e tiraram a vida de Virgulino Ferreira, o Lampião, de Maria Bonita, de Corisco, seu fiel escudeiro e de todo o seu Bando presente.

O público aplaudiu a encenação, e mais uma vez o objetivo da Associação Cultural e Comunitária os Cangaceiros de Paulo Afonso foi alcaçado.

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