30 de agosto de 2025

Casamento Comunitário em Paulo Afonso: ‘Na saúde e na doença…’ (Fotos)

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“José Sebastião e Josefa”, “Eraldo e Ivana’, “Osmar e Joelma”, ‘Flávio e Sara, Rogério e Edna”, “Luiz e Helena’, ‘Tarcísio e Renilda’, “José Jorge e Rosana’, “Valter e Maria Cristina”, “José das Graças e Josineide”, “Pedro e Luzineide’, “Cássio e Andreza’, ‘Antônio e Ednalva’.

Dizer sim, quando a vida muitas vezes já deu a condição de optar pelo não. Casais das mais variadas idades, uniram-se neste sábado (11), para receber o Sacramento do Matrimônio, na Catedral Nossa Senhora de Fátima, o Casamento Comunitário foi coordenado pela Pastoral Familiar através de encontros e formação para o momento especial, que os manterá mais fortes para o restante da caminhada.

Nesse sentido, pode-se afirmar que o casamento para a Igreja Católica é indissolúvel, e que o “sim” destes pares – alguns há muitos anos juntos -, os colocaram em descompasso com a cartilha do mundo moderno, na qual o casamento não pode sobreviver à menor turbulência. Ao defender o casamento, a Igreja sustenta sua essência, de forma mais ampla, é cuidando da família que a Igreja consegue preservar a vida humana com a dignidade necessária.

“Estamos vendo a felicidade nos rostos de cada um de vocês, e de fato é um momento muito especial, vocês sabem como se deve construir uma boa casa que sobreviva à tempestades, para tanto é importante que coloquemos toda a nossa existência numa única rocha que é Jesus Cristo. Vocês vieram aqui dar continuidade ao que já vem construindo que é a rocha de suas famílias, estamos aqui para pedir a Cristo que os abençoe nesta construção”, destacou Pe. Edinei, que nesta noite foi auxiliado por Pe. Roni.

Ao defender a família como célula-mãe da sociedade, Bento XVI afirmou: “A Igreja quer apenas indicar os valores morais de cada situação e formar os cidadãos para que possam decidir consciente e livremente”. Alguns casais estavam juntos há mais três décadas, outros com um tempo menor, em todos o que imperou foi a liberdade de querer o sacramento.

Durante a homilia, Pe. Edinei os aconselhou a voltar sempre, vir aos domingos acompanhados dos familiares, participar da igreja, porém, deixando claro que a construção de uma vida feliz, com dissabores, está na livre escolha de cada um e que a mão de Cristo é apoio mais seguro no qual devemos nos sustentar. Por isso mesmo era visível o encantamento dos noivos, com as palavras sabidas de todos: até que a morte os separe.

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